Casos
dispersos.
Casas em
enfeites.
Carros em
brilhos.
Brilhos em
concreto
Amontoado
de
Visões
Cabeças
em
Futuro
sem angústia.
Navegar
na saudade
é passado.
A imaginação
vence,
supera
Cria
épicos
sintéticos
de processo.
Música
em páginas:
junta,
colorida,
atraente.
Nada mais,
além do conquistar.
Vence
dores (para trás)
Beleza
no salão
do Bom.
Conseguir
nas mãos
acariciar
planejamentos,
projetos.
Engrandecer o
Heróico
que emociona,
que faz mover.
Mover
o mundo
ao ápice do poder ser.
Sentir
as ruas
na viagem
de caminhar
pelos postos de futuro.
Há certeza!
Coração inflado pelo
doce
Respirar,
pela
Consciência
de mover
a mente,
as massas.
Grande
Jovem
na história.
ouvindo os cantos
belos
do calor
de seguir
Subir
e sorrir
ao épico
sentir
na Vida.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Ações
Escapar...
Da névoa covarde de padrões,
Das procissões de convenções.
Correr...
Para junto da verdade,
Para longe da saudade.
Encontrar...
A arte dos sentidos,
O choro dos oprimidos.
Beber...
O líquido gelado dos encargos,
O doce vinho dos amargos.
Cantar...
Pela loucura indomável,
Pela dança descontrolável.
Voar...
Entre o caos do movimento,
Entre a luz do desalento.
Deitar...
Nas brancas noites de solidão,
Na bruma extensa de paixão.
Morrer...
Com um sorriso no olhar,
Com o orgulho de sonhar.
Da névoa covarde de padrões,
Das procissões de convenções.
Correr...
Para junto da verdade,
Para longe da saudade.
Encontrar...
A arte dos sentidos,
O choro dos oprimidos.
Beber...
O líquido gelado dos encargos,
O doce vinho dos amargos.
Cantar...
Pela loucura indomável,
Pela dança descontrolável.
Voar...
Entre o caos do movimento,
Entre a luz do desalento.
Deitar...
Nas brancas noites de solidão,
Na bruma extensa de paixão.
Morrer...
Com um sorriso no olhar,
Com o orgulho de sonhar.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Poente
O sol beija-me calorosamente a face,
E o frescor do crepúsculo
invade regiões desconhecidas da alma.
Um vôo singular;
Um abraço sincero;
A caneca na mesa;
O barulho do motor.
O vento, irmão inquieto,
Faz as folhas flutuarem
Em redemoinhos rente a calçada.
Vem pra cá existência,
E dá-me seu conteúdo:
Ver a sombra ser preenchida
Pelos focos luminosos da cidade em movimento.
Quero contemplar cada poente de sua jornada;
Quero ouvir cada acorde de seu desenrolar de poeticidade;
Quero ter a pele tocada pelos arrepios do ar.
As pessoas andam,
E a humanidade tem seus planos,
Cabeças,
Idéias,
Sorrisos.
O caos da história,
Em mentes ávidas e corações soturnos.
Que encontram, todos os dias,
Um pedaço de Beleza, Eternidade e Verdade:
O poente.
E o frescor do crepúsculo
invade regiões desconhecidas da alma.
Um vôo singular;
Um abraço sincero;
A caneca na mesa;
O barulho do motor.
O vento, irmão inquieto,
Faz as folhas flutuarem
Em redemoinhos rente a calçada.
Vem pra cá existência,
E dá-me seu conteúdo:
Ver a sombra ser preenchida
Pelos focos luminosos da cidade em movimento.
Quero contemplar cada poente de sua jornada;
Quero ouvir cada acorde de seu desenrolar de poeticidade;
Quero ter a pele tocada pelos arrepios do ar.
As pessoas andam,
E a humanidade tem seus planos,
Cabeças,
Idéias,
Sorrisos.
O caos da história,
Em mentes ávidas e corações soturnos.
Que encontram, todos os dias,
Um pedaço de Beleza, Eternidade e Verdade:
O poente.
domingo, 14 de dezembro de 2008
Dedicado ao Caos
Olhos confusos
vacilam.
Constroem o real
a partir de reflexos.
Mar;
Fogueiras;
Estrelas;
Bochechas;
Pés descalços;
Lâmpadas;
Lua;
Dourado de Crepúsculo;
Nuvens;
Relva;
Tijolos;
Botões de Girassol.
Portal incerto.
Decerto questiona
o mundo soberbo.
Caos:
As danças do ar
de encontro ao ser.
Para que a sóbria Razão,
quando se tem
a embriagada Visão?
O presente eterno
que cimenta o sentido
de passado e futuro.
Saltos diversos do globo que filtra a alma.
Restam cores
em movimento:
Caos.
vacilam.
Constroem o real
a partir de reflexos.
Mar;
Fogueiras;
Estrelas;
Bochechas;
Pés descalços;
Lâmpadas;
Lua;
Dourado de Crepúsculo;
Nuvens;
Relva;
Tijolos;
Botões de Girassol.
Portal incerto.
Decerto questiona
o mundo soberbo.
Caos:
As danças do ar
de encontro ao ser.
Para que a sóbria Razão,
quando se tem
a embriagada Visão?
O presente eterno
que cimenta o sentido
de passado e futuro.
Saltos diversos do globo que filtra a alma.
Restam cores
em movimento:
Caos.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Coros e cantos
E enquanto houver prosa, existiremos. Cantaremos pelo vinho, pelos amores, pelas saudades...pelo sol refletido nas águas e pelos tons quentes de fim de tarde. Dançaremos ao redor das fogueiras de sensações. Abraçaremos o vento que revigora a alma. Beijaremos lábios de arrepios e encontros. Escutaremos os estalos da música que roda em nossas mentes. Enxergaremos redemoinhos que percorrem o corpo. Dormiremos em macios recantos de torpor.
As notas vibram e o universo gira com suas cores, sons, cheiros, gostos, experiências. E a prosa permanece. Em folhas amareladas e gastas, sonhando e temendo pelo futuro e relembrando o passado de melancolias e felicidades.
Percorre...percorre...E os coros continuam, de pessoas envoltas por problemas e prazeres. E a lua lá está, sempre observando atenta o ritmo de nossos tambores, os sorrisos e os movimentos libertários. Não importa começo ou fim. A expressão lá sempre está, não morre. Caminha sobre gramados, terra, cimento, areia, barro. Carregando consigo o respirar, e os suspiros de satisfação.
As notas vibram e o universo gira com suas cores, sons, cheiros, gostos, experiências. E a prosa permanece. Em folhas amareladas e gastas, sonhando e temendo pelo futuro e relembrando o passado de melancolias e felicidades.
Percorre...percorre...E os coros continuam, de pessoas envoltas por problemas e prazeres. E a lua lá está, sempre observando atenta o ritmo de nossos tambores, os sorrisos e os movimentos libertários. Não importa começo ou fim. A expressão lá sempre está, não morre. Caminha sobre gramados, terra, cimento, areia, barro. Carregando consigo o respirar, e os suspiros de satisfação.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Realização
Os tempos cessaram.
O calor agora aquietou-se
nas entrelinhas do passado,
de corações ávidos e repletos de realização
que se transportou às profundezas da arca da mente.
Quem disser que no exterior
restaram apenas as lágrimas,
não compreende que o que passou
é belo e transcendente
justamente porque é passado.
A afinação de um momento
dura enquanto é eterna.
Mas quando chega o passado,
os instantes megulham no mar das sensações,
afundam,
Encontrando-se com seus semelhantes
de outras significações mas de valor igualmente grandioso.
Transparece uma certeza:
recuperar é impossível
e reconstruir é complexo.
Lamentações são improdutivas.
Carecem de caráter criativo.
Prendem-se a concepções de um instante que já mergulhou.
A beleza do que passou
já não é mais momento,
e sim certeza.
Certeza de realização.
O calor agora aquietou-se
nas entrelinhas do passado,
de corações ávidos e repletos de realização
que se transportou às profundezas da arca da mente.
Quem disser que no exterior
restaram apenas as lágrimas,
não compreende que o que passou
é belo e transcendente
justamente porque é passado.
A afinação de um momento
dura enquanto é eterna.
Mas quando chega o passado,
os instantes megulham no mar das sensações,
afundam,
Encontrando-se com seus semelhantes
de outras significações mas de valor igualmente grandioso.
Transparece uma certeza:
recuperar é impossível
e reconstruir é complexo.
Lamentações são improdutivas.
Carecem de caráter criativo.
Prendem-se a concepções de um instante que já mergulhou.
A beleza do que passou
já não é mais momento,
e sim certeza.
Certeza de realização.
Veracidade
Um mergulho profundo na consciência
o despertou de pesadelos terríveis:
encontrara a veracidade proporcionada pela experiência.
-Fuja! Fuja! - gritava o servo acorrentado
-Tua libertação encontra-se nos atos que não observas.
A beleza e plasticidade de teus devaneios foram massacradas pela efemeridade e pragmatismo dos homens engravatados.
-Teus olhos não enganam:
És aquele que questiona a banalidade e a sobriedade da existência patética.
Fuja enquanto há tempo!
Tua consciência ainda clama pela chama da síntese.
-Tu és o amigo dos sonhos e canta pela simplicidade da grande viagem.
És o companheiro do ar, o elixir do processo.
Encontre-se com os sentidos e não chore pelos absurdos do passado,
apenas sinta-os.
o despertou de pesadelos terríveis:
encontrara a veracidade proporcionada pela experiência.
-Fuja! Fuja! - gritava o servo acorrentado
-Tua libertação encontra-se nos atos que não observas.
A beleza e plasticidade de teus devaneios foram massacradas pela efemeridade e pragmatismo dos homens engravatados.
-Teus olhos não enganam:
És aquele que questiona a banalidade e a sobriedade da existência patética.
Fuja enquanto há tempo!
Tua consciência ainda clama pela chama da síntese.
-Tu és o amigo dos sonhos e canta pela simplicidade da grande viagem.
És o companheiro do ar, o elixir do processo.
Encontre-se com os sentidos e não chore pelos absurdos do passado,
apenas sinta-os.
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